Bit Beat Bite Bright busca novas conexões no clipe “Losing Touch”

A banda Bit Beat Bite Bright apresenta o seu som inspirado pelo indie, tons psicodélicos e post punk revival no novo clipe, “Losing Touch”. A canção integra o EP “Bridge”, lançado este ano ao lado do produtor Ítalo Ribeiro (Wry), com a masterização tendo sido feita na Alemanha. Usando a cidade natal de Sorocaba como cenário, o clipe acompanha dois solitários na noite. Assista aqui:

Em um mundo de inúmeras conexões e cada vez mais solidão, as ligações entre as pessoas são grandes objetivos e desejos. Acompanhando a busca de dois solitários numa noite, a banda Bit Beat Bite Bright lança o clipe “Losing Touch”. O vídeo é uma produção da Urgência Filmes, com direção de Thiago Altafini.

Veja “Losing Touch”: https://youtu.be/epJGuQZJTVQ

Formada em 2012, a sorocabana Bit Beat Bite Bright faz um indie rock que cria uma ponte entre tons psicodélicos junto de um clima das bandas de garagem da post punk revival do começo dos anos 2000. O trio tem dois EPs lançados, “Black Brown Blue Beige” (2014) e o recente “Bridge” (2018), que conta com a faixa que acaba de ganhar um registro audiovisual usando sua cidade natal como cenário.

“A ideia da música veio daquela sensação que alguns momentos da nossa vida parecem ser mensagens subliminares que nos ajudam a decidir o caminho que vamos seguir. Perceber esses ‘sinais’ depende muito do estado de presença de cada um e acredito que todo mundo já sentiu essa sensação, às vezes por vários dias seguidos. O Thiago trouxe sua leitura desse conceito e traduziu na vida de personagens que vivem suas vidas sem conseguir se conectar um com ou outro apesar de estarem sempre muito próximas”, revela Iuri Griga, vocalista e guitarrista da banda.

Além dele, a Bit Beat Bite Bright conta com Bruno Kalach (bateria e pad eletrônico) e João Vitor (baixo e backing vocal). Em cinco anos de estrada, a banda teve passagem por festivais e palcos importantes como Circadélica, duas edições do FEBRE, Teatro Sesc e Sesi. Com a experiência adquirida e um estilo formalizado, eles criaram o EP “Bridge”.

O trabalho transita entre uma variedade de estilos e influências que se tornaram características da Bit Beat Bite Bright, firmando a identidade que se aproxima pós-punk. Gravado e mixado nos estúdios Solana Records, Estúdio JCP e no estúdio do baterista Lucas Marx (Monoclub), o EP foi concebido pela própria banda junto do produtor Ítalo Ribeiro (Paula Cavalciuk e Wry), que assina a gravação, mixagem e pós-produção. A masterização foi realizada no estúdio Plättlin Mastering em Hamburgo (Alemanha) pelo produtor Fabian Tormin. O conceito de “Bridge” se cristaliza no clipe “Losing Touch”.

“Estamos há 5 anos na estrada realizando turnês, tocando em muitas cidades e hoje já nos vemos participando com certa frequência de festivais independentes, onde já existe um contexto para nossa música. Porém, a linguagem do clipe faz com que o alcance dessa mensagem que está presente na canção seja muito mais democrático, por ser facilmente assimilada por qualquer tipo de receptor”, reflete Griga, que promete novidades da banda para 2019.

Veja “Losing Touch”: https://youtu.be/epJGuQZJTVQ

Ouça:

Download: http://bitbeatbitebright.com

YouTube: http://bit.ly/bbbbyoutube

Spotify: http://bit.ly/bbbbspotfiy

Deezer: http://bit.ly/bbbbdeezer

Apple Music: http://bit.ly/bbbbitunes

Bit Beat Bite Bright é:

Bruno Kalach (bateria e pad eletrônico)

Iuri Griga (voz, guitarra e sintetizador)

João Vitor (baixo e backing vocal)

Letra:

The oldest man in the world passes in front of my head

A 12 years old boy has a nervous breakdown

All the dogs are eating bones in the middle of the street

A girl sits beside screaming “what do they want from me?”

What are they trying to tell me?

Is there a message between the lines?

Or am I just losing touch?

There’s a boy on a wheelchair wondering why can’t he walk like me

A child is born on the other side of the street

All the boys are getting high playing their dangerous games

There’s signs on the wall they’re saying “what do they want from me?”

What are they trying to tell me?

Is there a message between the lines?

Or am I just losing touch?

Because we’re running (running) running out of time

and we are burning, burning until the ache get to our bones

And we’ll never see the end

Because we’ll never get there

We’ll never know when the last dream comes,

But at least we have some stories to tell

What are they trying to tell me?

Is there a message between the lines?

Or am I just losing touch

Nathália Pandeló Corrêa

Build Up Media

+55 24 2233-3624

http://www.buildupmedia.com.br

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