Museu Nacional é homenageado pela Turma da Mônica

Museu Nacional é homenageado pela Turma da Mônica – Rio de Janeiro

O Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, que sofreu um incêndio de grandes proporções no último dia 2, foi homenageado pela Turma da Mônica. Entre os mais de 20 milhões de itens do acervo perdidos durante as chamas estavam itens raros. Na história em quadrinhos de Maurício de Souza, essas relíquias “morreram” e buscam uma nova casa.A história, intitulada “Insubstituível”, faz parte da Turma do Penadinho, tradicional núcleo que se passa num cemitério e inclui criações mal-assombradas. As páginas foram publicadas na sexta (21), no Facebook da Turma da Mônica, com a hashtag #MuseuNacionalVive. Até a noite deste sábado (22), já chegava a quase 10 mil compartilhamentos.O quadrinho tem seis páginas e começa com as múmias Harsiese, Pestejef e Hori, parte da coleção egípcia do museu, chegando de surpresa no cemitério de Dona Morte. Elas são recebidas por Muminho, a múmia da turma. Logo em seguida, Cranicola dá as boas vindas ao crânio de Luzia, que também passa a procurar casa, com a destruição do Museu Nacional.
Em seguida, esqueletos de dinossauros, artefatos indígenas e africanos e até o bandegó aparecem para se juntar à turma. Todos os itens citados são devidamente explicados em asteriscos para que as crianças entendam as referências. Livros, jornais, mapas e teses de pesquisa aparecem “cremadas” no cemitério.No fim da história, Dona Morte conclui: “Se alguém chegasse ao nosso cemitério agora e perguntasse ‘quem morreu?’, eu diria ‘200 anos de história’. Mas […] eu vejo que a alma do museu continua aqui, porque a história nunca morre de fato, se a gente mantiver ela viva”.

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