ROBERTA CAMPOS “Todo Caminho é Sorte Ao Vivo”

Quando aprendeu a tocar violão, aos 11 anos, Roberta Campos imediatamente começou a compor. “Não tinha muita consciência do que estavafazendo, apenas fui em frente”, diz a artista mineira, de Caetanópolis,radicada em São Paulo, que hoje contabiliza mais de 500 canções escritas solitariamente ou com parceiros.

Seu primeiro DVD, “Todo Caminho é Sorte – Ao Vivo”, celebra10anos da trajetória profissional de Roberta, iniciada em 2008 com o álbum independente “Para Aquelas Perguntas Tortas”. No primeiro trabalho já estava clara a marca folk e roqueira que permearia a obra doce e romântica de Roberta, claramente baseada nas harmonias do violão acústico,temperada pela influência de Beatles e dos mineiros do Clube da Esquina.

Não foi difícil escolher o repertório para o DVD. Os três álbuns seguintes, lançados pela gravadora Deck, renderam hits perenes e bem assimilados pelo público que acompanha a carreira de Roberta ou conhece sua voz das trilhas de novelas, veículo em que tem mantido presença constante. A canção “Minha Felicidade, por exemplo, presente no DVD, foi tema de abertura de Sol Nascente,da TV Globo. Outros sucessos do set list são “Abrigo”, “Aqui, Ali”, “Diário deUm Dia” e a poderosa “De Janeiro a Janeiro”, gravada originalmenteem dueto deNando Reis e cujo clipe bateu a marca de mais de 40 milhões de visualizações noYouTube.

“Juntei músicas que achei importantes, aquelas que eu tinhavontade de cantar e as que as pessoas queriam ouvir. Acho que elas representam bem esse tempo de carreira”, diz Roberta. Ao repertório conhecido, acrescentou duas composições próprias inéditas – “Todo Dia” e “Dois Flamingos” – e mais uma versão muito pessoal para “My Love”, uma das grandes canções românticas de PaulMcCartney. Outros dois covers já gravados por Roberta também ganharam espaço no show: “Casinha Branca”, de Gilson e Joran, e “Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”,de Lô e Márcio Borges.A banda que acompanha Roberta foi montadaespecialmente para a gravação do DVD, no Teatro Porto Seguro, em São Paulo, sob direção musical do pianista e tecladista Fabio Pinc. “Apesar de ser uma banda

nova, o processo fluiu muito tranquilamente, pois o Fabio já entendia bem o meu som e conseguiu transmitir isso aos músicos. Também tivemoso cuidado de escolher instrumentistas que já tivessem participado dos meusdiscos, que tinham uma identificação com as minhas músicas”, conta Roberta.

Bastaram duas semanas de ensaio para que a banda estivesse afiada, pronta para a gravação. Durante a segunda semana, porém, Roberta ficou sem cantar, abatida por uma faringite. Fabio Pinc, Fabio Sá (baixos acústico eelétrico), João Erbetta (guitarra, violão e lap steel), Loco Sosa (bateria epercussão) e Patricia Ribeiro (violoncelo) azeitaram o som até o momento da estreia. Roberta também participa como instrumentista, tocando violão e guitarra.

A cantora e compositora Nô Stopa, é a convidada especial do espetáculo, cantando “Sinal de Fumaça”, uma de suas muitasparcerias com Roberta.Nô faz parte do time de artistas que, encantados com o som da garota de Caetanópolis, tornaram-se, além de fãs, coautores. Uma turma de respeito que inclui Erasmo Carlos, Humberto Gessinger, Fernanda Takai, John Ulhôa, Renato Teixeira, Fagner e Paulo Mendonça.

Todo Dia – Roberta Campos

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Marina Campos

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